Brasília, 26/06/08 (MJ) – A Corte de Direitos Humanos da Europa negou recurso de Salvatore Cacciola para que não fosse extraditado ao Brasil.
Num ato inédito, os advogados do banqueiro fizeram uma última tentativa de reverter o parecer da Câmara do Conselho da Corte de Apelação de Mônaco, que decidiu pela regularidade do processo para a extradição.
Já estão esgotadas as esferas de recursos no âmbito da justiça monegasca, restando a decisão final ao Principe Albert, chefe do Executivo. A expectativa é de que ele defina o processo de extradição ainda em julho.
Segundo o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, está cada mais próxima a possibilidade de se efetivar a extradição. “A impunidade tem sofrido derrotas sucessivas.”